Mbappé marca dois gols na estreia da França, superando Messi e Pelé nas artilharias das Copas

O atacante francês atingiu a marca de 14 gols em Mundiais na vitória sobre Senegal e agora divide o terceiro lugar com Gerd Müller; Ronaldo Fenômeno e o recordista alemão são os próximos alvos.

Publicado em 16 de junho de 2026 às 18:55

Messi e Mbappé durante o duelo de Argentina e França na final da Copa de 2022.
Messi e Mbappé durante o duelo de Argentina e França na final da Copa de 2022. Crédito:  Facebook/FIFA World Cup

O atacante Kylian Mbappé alcançou marcas históricas logo na estreia da França na Copa do Mundo de 2026. Ao marcar dois gols na vitória por 3 a 1 sobre Senegal, nesta terça-feira (16), o camisa 10 francês chegou a 14 gols em Copas do Mundo, ultrapassando nomes lendários como Lionel Messi e Pelé na lista dos maiores artilheiros de todos os tempos da competição.

Com o desempenho em campo, Mbappé deixou para trás Messi (13 gols) e Pelé (12 gols), passando a dividir a terceira colocação do ranking histórico com o alemão Gerd Müller. O feito é ainda mais expressivo pela idade do jogador: aos 27 anos, ele disputa apenas seu terceiro mundial e já se consolidou como uma das maiores máquinas de gols da história do torneio.

Atualmente, a lista de maiores artilheiros das Copas é liderada por:

- Miroslav Klose (Alemanha): 16 gols

- Ronaldo (Brasil): 15 gols

- Gerd Müller (Alemanha) e Kylian Mbappé (França): 14 gols

Agora, Mbappé está a apenas um gol de igualar Ronaldo Fenômeno e a dois de alcançar o recordista absoluto, Miroslav Klose. Especialistas apontam que, mantendo a média atual, o francês tem chances reais de se tornar o maior artilheiro da história das Copas ainda nesta edição de 2026.

Apesar de ter sido ultrapassado, Lionel Messi pode voltar a igualar a marca de Mbappé ainda nesta terça-feira. A seleção da Argentina faz sua estreia na Copa contra a Argélia, pelo Grupo J, às 22h (horário de Brasília), oferecendo ao craque argentino a oportunidade de retomar sua posição na corrida pela artilharia histórica.

Texto por Suellen Godinho, com supervisão de Adrielle Brito.