Publicado em 18 de outubro de 2026 às 15:48
Uma cena inusitada marcou a disputa por pênaltis entre Tesla e Pinheirense, pela semifinal da Série A3 do Campeonato Paraense, a terceira divisão estadual. Em um dos momentos decisivos, a bola se movimentou sozinha antes da cobrança de um jogador do Tesla, e o árbitro determinou que a batida fosse repetida. O episódio chamou a atenção de quem acompanhava a partida e repercutiu como um possível lance sobrenatural.>
Na primeira tentativa, o goleiro do Pinheirense defendeu a cobrança, resultado que deixaria a equipe em condições favoráveis na disputa pela classificação. Antes da sequência, porém, a bola se mexeu sem que o movimento tivesse uma causa aparente nas imagens, levando a arbitragem a mandar repetir o pênalti.>
Na nova cobrança, o jogador do Tesla conseguiu marcar e manteve a equipe na disputa. Mais adiante, o time confirmou a vitória nas penalidades e garantiu o acesso à segunda divisão do Campeonato Paraense, a chamada Segundinha.>
O lance ganhou um significado especial entre torcedores por causa da identidade religiosa do Tesla. O mascote do clube é o Leão de Judá, símbolo bíblico associado a Jesus Cristo. A coincidência entre o episódio da bola e a simbologia adotada pela equipe alimentou comentários sobre uma possível intervenção divina, embora o movimento registrado não comprove qualquer explicação sobrenatural.>
Com a classificação diante do Pinheirense, o Tesla assegurou presença na Segundinha do Parazão, transformando a disputa por pênaltis em um dos momentos mais comentados de sua campanha na Série A3.>