Publicado em 15 de outubro de 2026 às 11:00
O Clube do Remo está entre as equipes com menor investimento mensal em salários na Série A do Campeonato Brasileiro. De acordo com um levantamento divulgado pelo ge, a folha salarial azulina é estimada em R$ 5,5 milhões, valor que coloca o clube paraense na 19ª posição do ranking de despesas com jogadores.>
Entre os 20 participantes da elite nacional, apenas a Chapecoense apresenta um custo inferior, com estimativa de R$ 3,8 milhões por mês. Mirassol e Coritiba também aparecem entre os clubes com menores folhas salariais, com gastos calculados em R$ 6 milhões e R$ 8 milhões, respectivamente.>
Na outra ponta da lista, o Flamengo figura entre as equipes que mais investem no elenco. O levantamento apresenta estimativas que variam entre R$ 37,5 milhões e R$ 50 milhões mensais para o clube carioca. Palmeiras, Corinthians e Cruzeiro aparecem na sequência, com aproximadamente R$ 30 milhões cada.>
O Atlético-MG tem uma folha estimada em R$ 27 milhões, seguido pelo Santos, com R$ 25 milhões, e pelo Bahia, com R$ 22 milhões. Fluminense e Grêmio aparecem com R$ 20 milhões mensais, enquanto o São Paulo registra R$ 18 milhões. Vasco, Botafogo e Athletico-PR também estão entre os clubes com despesas superiores às do Remo.>
O levantamento ressalta que os valores não são totalmente precisos nem permitem uma comparação exata entre todas as equipes. Isso ocorre porque clubes associativos e Sociedades Anônimas do Futebol (SAFs) não divulgam de maneira padronizada os gastos exclusivos com os salários dos jogadores.>
Para elaborar o ranking, o ge cruzou informações de balanços financeiros com dados apurados pela reportagem. Assim, os números servem como uma estimativa das despesas mensais dos clubes, e não necessariamente representam valores oficiais ou idênticos aos gastos efetivos de cada equipe.>
Com a folha salarial calculada em R$ 5,5 milhões, o Remo aparece entre os clubes que operam com menos recursos destinados aos vencimentos do elenco na atual edição do Brasileirão. A diferença em relação às equipes que lideram o ranking evidencia a disparidade financeira existente entre os participantes da Série A.>