Publicado em 2 de março de 2026 às 07:35
A Embaixada dos Estados Unidos no Kuwait divulgou nesta segunda-feira um alerta de segurança após identificar risco de ataques com mísseis e drones no país. A recomendação é clara: cidadãos norte-americanos devem evitar deslocamentos, inclusive até a sede diplomática, e permanecer abrigados em casa até novo aviso.>
Segundo o comunicado oficial, funcionários da embaixada também estão recolhidos em suas residências. A representação diplomática orientou ainda que os americanos revisem seus planos de segurança pessoal e estejam preparados para reagir rapidamente em caso de explosões ou acionamento de sirenes. Entre as medidas indicadas está buscar abrigo imediato em áreas mais baixas de prédios e residências, consideradas mais seguras em situações de bombardeio.>
O alerta foi emitido após relatos de fumaça nas proximidades da embaixada. Paralelamente, o Ministério da Informação do Kuwait informou que aeronaves norte-americanas caíram perto da base militar de Ali Al Salem, localizada no norte do país. As circunstâncias do incidente não foram detalhadas.>
O clima de instabilidade ocorre dias após uma ofensiva militar realizada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã. A ação aconteceu na madrugada de sábado, no horário de Brasília, e foi anunciada pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a operação, afirmando que o objetivo era neutralizar ameaças.>
De acordo com a imprensa iraniana, os bombardeios atingiram 24 das 31 províncias do país. O Crescente Vermelho Iraniano informou que mais de 200 pessoas morreram e 747 ficaram feridas. A mídia estatal do Irã também noticiou a morte do líder supremo, Ali Khamenei, fato que, se confirmado oficialmente, pode representar uma mudança significativa no cenário político do país.>
Diante da escalada de confrontos e da possibilidade de novos desdobramentos, autoridades seguem monitorando a situação. O alerta no Kuwait reforça o temor de que os efeitos do conflito ultrapassem fronteiras e ampliem ainda mais a instabilidade no Oriente Médio.>