Publicado em 28 de fevereiro de 2026 às 14:56
O ministro da Defesa do Irã, Amir Nasirzadeh, e o comandante do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), general Mohammad Pakpour, foram mortos durante os ataques aéreos coordenados entre Estados Unidos e Israel na manhã deste sábado (28), segundo três fontes ouvidas pela Reuters.>
De acordo com a agência internacional, as mortes teriam ocorrido após uma ofensiva aérea atribuída a Israel, em meio à escalada do conflito regional. Até o momento, autoridades iranianas não confirmaram oficialmente as informações.>
Na manhã deste sábado, forças dos Estados Unidos e de Israel lançaram um ataque coordenado contra o Irã. As primeiras explosões foram registradas na capital, Teerã, e também houve relatos de bombardeios em outras cidades estratégicas, como Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah.>
Os ataques, batizados informalmente como "preventivos" por Israel e EUA, visaram dezenas de alvos militares, instalações nucleares e supostamente sedes de comando em Teerã e outras regiões. Explosões foram registradas na capital e em pelo menos quatro outras cidades, com fumaça visível sobre áreas próximas ao palácio presidencial e à residência de Khamenei.>
Em resposta, o governo iraniano afirmou ter realizado contra-ataques, atingindo alvos em território israelense e bases militares norte-americanas instaladas em países do Oriente Médio. A dimensão dos danos e o número de vítimas ainda não foram oficialmente divulgados.>
Pelas redes sociais, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que a ofensiva tem como objetivo proteger a população norte-americana de ameaças atribuídas ao regime iraniano. “Nós garantiremos que o Irã não tenha uma arma nuclear”, escreveu.>
A operação agravou o caos no Oriente Médio, com cancelamentos de voos em massa, fechamento de espaços aéreos e alertas de segurança aérea. Organizações internacionais pedem cessar-fogo imediato e investigações sobre alvos civis, como o bombardeio a uma escola de meninas em Minab que matou mais de 50 alunas.>
A situação é altamente volátil, com risco de expansão do conflito. A comunidade internacional acompanha com preocupação o agravamento da crise, diante do risco de ampliação do conflito para outros países da região.>
Com informações do portal SBT News>