Publicado em 14 de outubro de 2026 às 14:16
O papa Leão XIV apresenta evolução favorável após passar por uma cirurgia para retirada de um tumor no pulmão, realizada na terça-feira (13). De acordo com o Vaticano, nesta quarta-feira (14), o pontífice já voltou a caminhar pelo quarto, retomou a alimentação normal e começou a fazer fisioterapia respiratória.>
O novo boletim médico informou que os exames de sangue e as radiografias de tórax realizados após a operação tiveram resultados dentro do esperado para esse tipo de procedimento. Segundo a Santa Sé, os indicadores avaliados apontam para uma recuperação regular, sem alterações fora do previsto.>
Além de realizar os exames de acompanhamento, Leão XIV tomou café da manhã, almoçou e caminhou pelo quarto onde está internado, na atualização divulgada anteriormente, o Vaticano havia informado que o papa teve uma noite tranquila após a cirurgia.>
Mesmo com os sinais de melhora, o pontífice continuará sob cuidados médicos no Hospital Gemelli, em Roma, conhecido por atender papas. A previsão inicial é que ele permaneça internado por aproximadamente sete dias. Ainda não há confirmação se a retirada de parte do pulmão poderá prolongar o período de hospitalização.>
O diagnóstico de adenocarcinoma pulmonar foi confirmado durante a cirurgia, após a suspeita ter sido identificada nos exames pré-operatórios. O procedimento durou cerca de 90 minutos e incluiu a retirada do lobo pulmonar atingido pelo tumor.>
Louis Prevost, irmão do pontífice, afirmou que os médicos conseguiram retirar todo o câncer durante a operação. Ele também relatou que Leão XIV havia dito à família, nesta semana, que não corria risco de vida.>
Segundo informações divulgadas pelo Vaticano, a cirurgia foi realizada para remover completamente o tecido afetado. Os médicos também retiraram linfonodos, estruturas que serão analisadas para verificar se houve disseminação da doença. Até o momento, os resultados dessas avaliações não foram divulgados.>
As próximas decisões sobre o tratamento dependerão dos resultados dos exames complementares. Por enquanto, a Santa Sé informou que não há definição sobre a necessidade de quimioterapia ou de outras terapias, enquanto a equipe médica acompanha a recuperação do papa e aguarda novas informações clínicas.>