CNJ de olho em um juiz paraense

Tribunal de Justiça de Mato Grosso, deixou um certo juiz paraense com as 'barbas de molho'.

Publicado em 14 de junho de 2026 às 11:30

A Operação Gemini da Polícia Federal que tornou alvos o desembargador Dirceu Santos, o deputado estadual Faissal Calil (PL) e o advogado Bruno Oliveira Castro em um esquema de venda de decisões judiciais e de lavagem de dinheiro, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, deixou um certo juiz paraense com as 'barbas de molho'.

Lá em Cuiabá, um outro caso que também chamou atenção envolve o juiz Ivan Lúcio Amarante, que foi afastado pelo CNJ(Conselho Nacional de Justiça) e pelo STF (Supremo Tribunal Federal) sob suspeita de envolvimento no esquema de venda de sentenças. Em sua defesa, Ivan Lúcio declarou que repassou cerca de R$ 750 mil, transferidos da própria esposa, para receber atendimento de "desenvolvimento espiritual".

Enquanto isso aqui no Pará, nas rodas de conversa do meio jurídico, a fama do magistrado paraense, que está no fio da navalha, é conhecidíssima. Inclusive já há um movimento para denunciá-lo ao CNJ. Se a PF investigar por aqui, o togado corre o risco de ouvir um 'toc toc toc' de manhã cedo na porta de casa e ter o mesmo destino dos juízes do Mato Grosso.