Áudio atribuído a funcionária do Itamaraty diz que "Elton John" teria vazado reunião da OEA

Trecho de áudio divulgado em site de notícias afirma que um vazamento comprometeu reunião da Organização dos Estados Americanos; governo e representantes ainda não confirmaram a autenticidade do material.

Publicado em 11 de setembro de 2026 às 18:53

(A gravação, atribuída a uma funcionária do Itamaraty, circula nas redes e foi noticiada por veículos digitais)
(A gravação, atribuída a uma funcionária do Itamaraty, circula nas redes e foi noticiada por veículos digitais) Crédito: Redes Sociais/Instagram 

Um áudio divulgado nesta semana afirma que um participante identificado como "Elton John" teria vazado o conteúdo de uma reunião realizada no âmbito da Organização dos Estados Americanos (OEA). A gravação, atribuída a uma funcionária do Itamaraty, circula nas redes e foi noticiada por veículos digitais, suscitando questionamentos sobre a segurança de informações diplomáticas e possíveis repercussões entre os países-membros.

No trecho amplamente compartilhado, a interlocutora afirma, segundo a transcrição publicada, que o suposto vazamento teria exposto decisões internas e posições adotadas por delegações presentes à reunião. O áudio não traz, entretanto, elementos independentes que comprovem a identidade da pessoa citada nem permita, por si só, verificar a autenticidade da gravação.

Até o momento, não há confirmação pública do Itamaraty sobre a veracidade do áudio nem sobre eventuais investigações internas. Também não foram apresentadas provas de que a pessoa mencionada, nomeada na gravação como "Elton John", esteja ligada efetivamente ao episódio ou se trata de um apelido ou erro de identificação.

Especialistas ouvidos por este jornal ressaltam que vazamentos em ambientes diplomáticos podem ter efeitos variados, desde embaraço institucional até impactos nas negociações multilaterais. "A principal preocupação é que conversas reservadas deixem de ser confiáveis, o que pode reduzir a disposição para o diálogo franco entre Estados", afirma um ex-diplomata consultado, que pediu anonimato.

Com informações do portal Metrópoles