Publicado em 29 de outubro de 2026 às 18:46
Uma jovem de 24 anos, identificada como Priscila Lacerda Custódio, foi morta a tiros na última terça-feira (27), em uma propriedade rural de Rifaina, no interior de São Paulo. O principal suspeito do crime é um fazendeiro de 62 anos, com quem a vítima teve um relacionamento amoroso.>
Conforme as informações da Polícia Civil, o homem teria cometido o crime após suspeitar de uma suposta traição. Priscila era natural de Perdizes, no Triângulo Mineiro, e estava acompanhada do irmão quando foi até a propriedade para devolver objetos e valores que havia recebido do ex-companheiro.>
Jovem foi morta durante discussão>
Segundo as informações apuradas pela polícia, Priscila foi ao local para devolver uma caminhonete de luxo, um aparelho celular e uma quantia em dinheiro. Durante o encontro, houve uma discussão entre a jovem e o suspeito.>
No decorrer do desentendimento, o fazendeiro teria sacado uma arma de fogo e atirado na cabeça da vítima. O irmão de Priscila, que presenciou o crime, também teria sido ameaçado pelo suspeito, mas conseguiu escapar.>
Após os disparos, o homem fugiu do local utilizando a caminhonete que foi devolvida pela jovem.>
Ao perceber que o suspeito havia deixado a propriedade, o irmão de Priscila buscou ajuda para socorrê-la, com o auxílio do um neto do fazendeiro.>
A jovem foi encaminhada ao hospital, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu.>
Suspeito tem histórico de violência contra mulher>
Ainda conforme a Polícia Civil, o fazendeiro possui histórico de violência contra a mulher e de descumprimento de medidas protetivas relacionadas a outra ex-companheira.>
Até as últimas informações divulgadas, o suspeito não havia sido localizado. A Polícia Civil solicitou à Justiça a decretação de sua prisão preventiva.>
O caso é investigado pelas autoridades policiais e poderá ser enquadrado como feminicídio, crime caracterizado pelo assassinato de uma mulher por razões da condição do sexo feminino, incluindo situações de violência doméstica e familiar. A investigação segue em andamento.>
Com informações do portal O Tempo>