Publicado em 25 de setembro de 2026 às 20:06
O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou nesta sexta-feira (25), que plataformas digitais removam publicações que associem o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) ou integrantes de sua família a uma suposta intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.>
A decisão provisória determina a retirada de conteúdos publicados no X, Facebook, Instagram, TikTok e YouTube. A medida alcança publicações em diferentes formatos, incluindo textos, imagens, áudios, vídeos e memes que reproduzam a mesma alegação.>
Segundo Mendonça, a afirmação de que Flávio Bolsonaro ou familiares teriam proposto, articulado, apoiado ou pretendido promover a retirada do título é “notoriamente inverídica”.>
A determinação envolve 1.170 links, segundo informações divulgadas pela CNN Brasil, e prevê multa em caso de descumprimento da ordem judicial.>
Alegação nas redes sociais>
As publicações questionadas pela Justiça Eleitoral relacionavam Flávio Bolsonaro e sua família a uma suposta proposta de alteração do título atribuído a Nossa Senhora Aparecida.>
O conteúdo passou a circular durante o período eleitoral de 2026, quando Flávio disputa a Presidência da República. O TSE tem adotado medidas contra conteúdos considerados desinformativos relacionados às eleições.>
A Corte mantém uma página específica para o pleito de 2026 e disponibiliza ferramentas para consulta e enfrentamento de informações falsas durante o período eleitoral.>
Decisão>
Ao determinar a remoção, André Mendonça estabeleceu que a ordem não se limita às publicações originalmente identificadas. Conteúdos futuros que reproduzam a mesma alegação, ainda que utilizando diferentes imagens, textos, vídeos, áudios ou memes, também ficam abrangidos pela decisão.>
A medida é de caráter provisório e foi tomada no contexto da atuação da Justiça Eleitoral durante as Eleições 2026, cujo primeiro turno está marcado para 4 de outubro.>
Com informações do portal Poder360, CNN Brasil e TSE.>