Publicado em 30 de janeiro de 2026 às 21:37
Um protesto reuniu centenas de pessoas em frente ao Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), em Florianópolis. O ato pediu justiça pelo cão Orelha, cuja morte gerou comoção nacional, e cobrou mudanças na legislação para combater maus-tratos contra animais.>
Mesmo com o mau tempo, manifestantes entoaram palavras de ordem e exibiram cartazes em defesa da vida animal. A mobilização foi organizada por voluntários ligados à causa animal e por cidadãos sensibilizados pelo caso, que se tornou símbolo da luta contra a violência e a impunidade.>
Entre as principais reivindicações estavam a criação de uma lei estadual mais rígida para punir crimes de maus-tratos e a quebra do sigilo de telefones e computadores das pessoas investigadas no caso. Para os participantes, medidas mais duras são fundamentais para evitar novos episódios de crueldade.>
A manifestação em Florianópolis faz parte de uma série de atos que vêm sendo organizados em diferentes regiões do Brasil. Novos protestos estão previstos em cidades catarinenses, como Chapecó, além de capitais e municípios de outros estados, incluindo São Paulo, Curitiba, Sorocaba e Belo Horizonte.>
No Rio Grande do Sul, um ato já está marcado para o dia 1º de fevereiro, nos Arcos da Redenção, em Porto Alegre. A mobilização também deve reunir defensores da causa animal e pessoas indignadas com casos de violência contra animais.>
O caso do cão Orelha ganhou repercussão nacional nos últimos dias e provocou manifestações de políticos, artistas e influenciadores nas redes sociais. Além dos protestos, o episódio impulsionou campanhas de conscientização, denúncias de maus-tratos e ações de incentivo à adoção responsável.>