Luana Piovani chama Paulo Miklos de “agressor” e pede prisão do cantor

Atriz criticou o ex-integrante dos Titãs nas redes sociais e afirmou que o músico deveria estar preso; artista é alvo de denúncias feitas pela ex-esposa.

Publicado em 14 de agosto de 2026 às 23:22

(Luana Piovani e Paulo Miklos)
(Luana Piovani e Paulo Miklos) Crédito: Reprodução/Redes Sociais

A atriz Luana Piovani criticou publicamente o cantor Paulo Miklos, ex-integrante da banda Titãs, e o chamou de “agressor de mulheres” em uma publicação nas redes sociais. Na sequência, a artista também defendeu a prisão do músico.

A declaração ocorreu após Luana compartilhar, nos stories do Instagram, um vídeo em que Miklos comentava a versão de “Bichos Escrotos”, sucesso dos Titãs, gravada pela cantora Anitta.

Ao publicar o conteúdo, a atriz escreveu uma crítica direcionada ao músico e afirmou: “Agressão grave e cadeia nele”.

Paulo Miklos é alvo de denúncias apresentadas pela ex-esposa, a diretora e produtora audiovisual Renata Galvão. O caso tramita sob sigilo na Justiça e envolve acusações de agressão verbal, ameaças e invasão de domicílio.

Em dezembro do ano passado, a Justiça de São Paulo concedeu uma medida protetiva contra o cantor. Desde então, segundo as determinações judiciais, Miklos não pode se aproximar ou manter contato com a ex-companheira.

O relacionamento entre Miklos e Renata durou cerca de dez anos. O cantor anunciou publicamente o fim do casamento em junho de 2025, mas informou que a relação havia terminado em setembro de 2024.

Na época, ele escreveu nas redes sociais que estava separado e que vinha reorganizando a vida após o término.

Após a concessão da medida protetiva, a defesa de Paulo Miklos contestou as acusações. Em nota, os advogados afirmaram que os fatos atribuídos ao artista seriam mentirosos e acusaram o vazamento de informações do processo de ter como objetivo prejudicar a reputação do cantor.

O caso segue sob investigação. Como o processo tramita em sigilo, as acusações apresentadas pelas partes ainda dependem da apuração das autoridades e de eventual decisão judicial definitiva.

Com informações do portal Metrópoles