CBF define premiações de Remo, Paysandu e clubes paraenses na Copa do Brasil

Remo, Paysandu, Águia, Tuna, Castanhal e Bragantino estão na competição, que vai distribuir cerca de R$ 500 milhões em prêmios.

Publicado em 6 de fevereiro de 2026 às 12:16

Copa do Brasil tem chaveamento definido -
Copa do Brasil tem chaveamento definido - Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tornou públicos, nesta quinta-feira (5), os valores de premiação da Copa do Brasil de 2026. O torneio contará com seis representantes do futebol paraense: Remo, Paysandu, Águia de Marabá, Tuna Luso, Castanhal e Bragantino, que iniciam a disputa em fases diferentes da competição.

Segundo a entidade, os valores sofreram ajustes em função do aumento no número de clubes participantes e da ampliação das etapas anteriores às oitavas de final. Somadas todas as fases, a Copa do Brasil 2026 irá distribuir aproximadamente R$ 500 milhões em premiações.

Na primeira fase, destinada às equipes com pior posicionamento no ranking nacional da CBF, cada clube recebe R$ 400 mil. Entre os paraenses, apenas o Bragantino começa sua trajetória nessa etapa inicial. Já na segunda fase, que terá Tuna Luso, Águia de Marabá e Castanhal como representantes do estado, a cota sobe para R$ 830 mil por equipe.

O Paysandu entra na competição a partir da terceira fase. Nessa etapa, os clubes das Séries C e D do Campeonato Brasileiro garantem R$ 950 mil apenas pela participação. A partir da quarta fase, os valores variam conforme a divisão nacional: times das Séries C e D recebem R$ 1,07 milhão, enquanto os da Série B faturam R$ 1,68 milhão.

Na quinta fase ocorre a entrada dos clubes da Série A do Brasileirão, quando a premiação passa a ser igual para todos. Cada equipe classificada recebe R$ 2 milhões, valor mínimo assegurado ao Remo, único representante paraense da elite nacional nesta edição.

Com isso, os valores iniciais garantidos aos clubes do Pará na Copa do Brasil de 2026 ficam distribuídos da seguinte forma: Remo assegura R$ 2 milhões; o Paysandu, R$ 950 mil; Águia de Marabá, Tuna Luso e Castanhal recebem R$ 830 mil cada; enquanto o Bragantino garante R$ 400 mil.

As cotas aumentam progressivamente conforme o avanço de fase, fazendo da Copa do Brasil uma das competições mais lucrativas do calendário nacional, especialmente para clubes das regiões Norte e Nordeste.