Luxo ou tradição: qual uniforme é o mais bonito do Parazão?

Clubes apostam em identidade, homenagens e criatividade nos kits desta temporada

Publicado em 20 de fevereiro de 2026 às 15:52

Clubes apostam em identidade, homenagens e criatividade nos kits desta temporada
Clubes apostam em identidade, homenagens e criatividade nos kits desta temporada Crédito: Reprodução

Nesta reta final do Campeonato Paraense de 2026, além da disputa intensa dentro de campo, os uniformes dos clubes também ganharam protagonismo e chamaram a atenção de torcedores e colecionadores. Com referências culturais, homenagens e forte identidade visual, os kits reforçaram a conexão entre equipes e suas cidades.

Um dos destaques foi o Paysandu, que lançou um uniforme comemorativo celebrando os 10 anos da marca Lobo, símbolo que se tornou parte importante da identidade recente do clube. O modelo resgata o orgulho bicolor e reforça o vínculo com a torcida.

O Clube do Remo também apostou na tradição ao apresentar uma camisa especial em homenagem aos 410 anos de Belém. O uniforme trouxe elementos que valorizam a história da capital paraense, unindo futebol e cultura local em um mesmo conceito.

Outro modelo que chamou atenção foi o do Cametá, inspirado nas cores do açaí, um dos maiores símbolos da cultura paraense. A escolha reforça a identidade regional do clube e criou um uniforme marcante e facilmente reconhecido.

Conhecido como Japim da Estrada, o Castanhal apostou em um uniforme predominantemente preto com detalhes em amarelo, fazendo referência direta ao pássaro que é mascote da equipe. O resultado foi um kit simples, elegante e com forte personalidade.

Outros clubes também apresentaram uniformes que reforçam suas identidades. O Capitão Poço, conhecido como Laranja Mecânica, manteve o tradicional laranja vibrante como marca registrada. O Águia de Marabá seguiu com suas cores que representam força e tradição no interior do estado, enquanto a Tuna Luso preservou o clássico verde e branco, símbolos históricos do clube.

O Santa Rosa, o São Raimundo, o Amazônia, o Bragantino, conhecido como Tubarão do Caeté, e o São Francisco também contribuíram para a diversidade visual do campeonato, com uniformes que representam suas origens e tradições.

Mais do que peças esportivas, os uniformes do Parazão 2026 se tornaram símbolos de identidade e orgulho, transformando o campeonato em um verdadeiro desfile de cultura, história e pertencimento dentro e fora das quatro linhas.