Publicado em 24 de abril de 2026 às 09:39
Um registro amador feito por um turista transformou-se na principal peça para entender o terror vivido nas pirâmides de Teotihuacán, no México. O vídeo, que circula em redes sociais e já está sob análise das autoridades, capturou os instantes em que o atirador, Julio César Jasso Ramírez, de 27 anos, entrava no complexo arqueológico antes de iniciar um massacre que deixou uma pessoa morta e várias feridas, incluindo duas brasileiras.>
As imagens mostram o que parecia ser mais um dia de sol em um dos destinos mais visitados do mundo. O vídeo registra a movimentação tranquila de turistas até que a presença de Ramírez rompe a normalidade. Fingindo ser um visitante comum, ele se aproximou das estruturas históricas e abriu fogo contra quem estava nas pirâmides. No meio do caos e da correria, o criminoso acabou cercado pela polícia mexicana e cometeu suicídio no local.>
O Ministério das Relações Exteriores confirmou que o ataque alcançou cidadãos do Brasil. Uma jovem de 13 anos foi ferida, mas já recebeu alta hospitalar e está com a família. Já uma mulher de 55 anos permanece internada em um hospital da região; apesar do susto e dos ferimentos, o Itamaraty informou que ela não corre risco de vida.>
A violência de Ramírez não escolheu nacionalidade. Além da morte confirmada de uma turista canadense, o tiroteio deixou um rastro de 11 feridos de diversos países:>
América: Seis americanos e três colombianos.>
Europa: Um russo e uma holandesa.>
América do Norte: Mais um canadense além da vítima fatal.>
As investigações apontam que o crime foi premeditado. O atirador teria se hospedado em uma pousada próxima ao sítio arqueológico para estudar o fluxo de pessoas e escolher o melhor momento para o ataque. Agora, as autoridades mexicanas utilizam os vídeos gravados pelos próprios turistas para reconstruir cada passo do criminoso e entender como ele conseguiu burlar a segurança de um dos monumentos mais importantes do patrimônio mundial.>