Publicado em 3 de janeiro de 2026 às 11:37
- Atualizado há 2 meses
A captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciada pelos Estados Unidos neste sábado (3), passou a ser cercada por teorias nas redes sociais. Uma delas foi resgatada pelo perfil @YourAnonCentral, no X (antigo Twitter). Em novembro de 2025, a própria página divulgou que EUA e Maduro estariam tratando uma estratégia de saída negociada, envolvendo a retirada do presidente do poder.>
De acordo com essa narrativa, a ofensiva militar anunciada agora faria parte de um “teatro da morte”, com bombardeios pontuais para legitimar o acordo perante a opinião pública internacional.>
No tweet relembrado neste sábado, a @YourAnonCentral afirma que a oposição venezuelana relata que a chamada “captura” de Maduro foi, na verdade, um acerto entre o presidente e os EUA para uma saída combinada do país. A página diz ainda que militares venezuelanos teriam sido bombardeados como parte dessa encenação, ajudando a sustentar a versão oficial de uma operação militar.>
Já na publicação feita em novembro, a teoria apontava que Maduro estaria se preparando para se aposentar fora da Venezuela, possivelmente em Dubai, após adquirir propriedades no exterior. Em troca, ele entregaria direitos e contratos ligados ao petróleo venezuelano a grandes corporações de recursos naturais dos Estados Unidos, além de valores bilionários que, segundo a acusação, seriam repassados à família de Donald Trump por meio de intermediários.>
Ainda de acordo com essa versão, a ameaça de invasão seria uma forma de pressão para garantir que Maduro aceitasse os termos do acordo. Caso houvesse bombardeios no país, eles serviriam apenas para dar aparência de legitimidade à negociação. A página também afirma que parte significativa da riqueza nacional venezuelana já teria sido transferida para fora do país, com envolvimento de aliados de Trump e da Rússia.>
A teoria ainda levanta a possibilidade de que, se o acordo fracassasse, Trump poderia optar por executar Maduro, transformando o episódio em um marco político semelhante à morte de Osama bin Laden durante o governo Obama, o que lhe renderia grande apoio interno.>