Publicado em 4 de fevereiro de 2026 às 16:18
O senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS, afirmou que o caso envolvendo o Banco Master tem causado forte apreensão nos bastidores de Brasília. “Esse caso do Banco Master tira o sono de muita gente em Brasília”, disse.>
Segundo Viana, as investigações da comissão avançam apesar das pressões políticas. Ele reconheceu o ambiente de polarização no Congresso, mas afirmou que disputas ideológicas não vão interferir nos trabalhos. “Cada lado tenta impor sua narrativa, mas isso não pode contaminar a investigação”, destacou.>
O senador informou ainda que o Ministério Público de São Paulo apura investimentos de fundos de previdência no Banco Master em Cajamar, Araras, Santo Antônio de Posse e Santa Rita do Oeste. Para Viana, servidores públicos vêm sendo prejudicados há anos por falhas na gestão dos fundos de pensão.>
“O que estamos apurando vai aparecer. Se houve ajuda política para movimentar recursos da Previdência, isso será revelado”, afirmou. Ele garantiu que não haverá proteção a investigados. “Ninguém será blindado. Cada um vai responder por sua responsabilidade.”>
Viana também chamou atenção para o prazo apertado da CPMI, que terá 13 reuniões até o fim de março, incluindo a leitura e votação do relatório final. Com mais de 5 mil pedidos de quebra de sigilo e mais de 100 convocações, o senador defendeu foco total na apuração. “Se a comissão entrar no jogo eleitoral, não vamos concluir o trabalho como deveríamos”, concluiu.>
Com informações da CNN Brasil>