Empresas brasileiras deixam o País e investem no Paraguai; e ladrões furtam fiação elétrica dos Capuchinhos
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Leia notícias sobre empresas brasileiras que estão deixando o País para se instalar no Paraguai atraídas por melhores condições; ladrões furtam fiação elétrica de prédio da Pastoral dos Capuchinhos e sobre relatório do Banco Central que ponta crescimento de cooperativas de crédito no Brasil.>
Empresas brasileiras deixam o País e investem no Paraguai
O Paraguai está se tornando um dos principais destinos dos brasileiros pelas facilidades que está oferecendo. Empresas de diferentes setores estão se instalando no país atraídas pelo regime de tributação simplificada e encargos trabalhistas menores, o que torna o Paraguai mais competitivo, uma vez que vários incentivos fiscais no Brasil estão sendo extintos com a Reforma Tributária.>
Exemplo disso são os grupos brasileiros Wyda, fabricante de embalagens de papel alumínio e filme de PVC, e a empresa de logística e transporte rodoviário de cargas Fadel, que chegaram ao Paraguai em 2019 e estão no país vizinho há mais tempo. No mesmo caminho estão as empresas do setor de confecção e vestuário Lupo e Döhler.>
Curso de medicina paraguaio atrai brasileiros
Não são somente as facilidades que atraem as empresas brasileiras a se instalarem no Paraguai, a educação mais barata também tem sido um grande chamariz para quem pretende cursar Medicina.>
Veja só: a mensalidade de um curso de medicina em faculdade privada no Paraguai custa, em média, de R$ 1.370,00 a R$ 1.600,00, enquanto no Brasil o valor mensal fica entre R$ 10.000,00 e R$ 15.000,00, ou seja, cerca de 80% mais caro – sem falar que no Paraguai não há necessidade de fazer vestibular.>
Brasil se atola em corrupção e país vizinho abre as portas
Enquanto o governo brasileiro se atola em corrupção política e desmandos - veja-se o recente caso de emendas parlamentares que desviaram R$ 119 milhões dos cofres públicos, além de brechas na lei que permitem pagamentos milionários a servidores públicos, inclusive magistrados, com dinheiro do contribuinte -, o Paraguai aparece com oportunidades genuínas de desenvolvimento em diversos setores, deixando o Brasil para trás.>
Ladrões roubam fiação do prédio das Pastorais dos Capuchinhos
Pela quarta vez, só neste primeiro semestre, larápios furtaram toda a fiação elétrica do prédio das Pastorais da Paróquia dos Capuchinhos, no bairro do Guamá. Revoltados, os paroquianos prometem surpresa no novo sistema de segurança.>
Os prejuízos já somam mais de R$ 50 mil. O Colégio Gentil Bittencourt também ficou às escuras recentemente vítima do mesmo crime.>
Dízimo tem queda em Belém, mas aumenta nos balneários
Paróquias de Belém amargam a queda do dízimo, como ocorre naturalmente durante o mês de julho. A redução do volume de doações beira a casa dos 40%, o maior índice dos últimos anos.>
Mas enquanto as paróquias da capital choram a perda das contribuições dos fiéis, as do interior, sobretudo dos balneários, festejam o aumento das ofertas.>
Cliente entra com uma roupa e sai com outra
Um bar da Cidade Velha, reduto de boêmios de Belém, localizado na rua Dr. Rodrigues dos Santos, inovou para valer: montou um brechó de roupas doadas, permitindo a troca de roupas no local. O cliente entra com um figurino e sai com outro. Tudo 0800. É pegar e largar...>
Flávio Acatauassu deixa a presidência da Amport
A Associação dos Terminais Portuários e Estações de Transbordo da Bacia Amazônica (Amport) iniciou o processo de sucessão de sua presidência executiva após a saída de Flávio Acatauassu do comando da entidade.>
A transição está sendo conduzida pelo Conselho Diretor, com apoio de uma diretoria transitória, que responderá pela condução das atividades, projetos e agendas institucionais até a escolha do novo presidente executivo, que deverá ser realizada nos próximos meses.>
Virginia Fonseca atenta ao ciclo menstrual
Um problema que atinge as mulheres encontrou solução na academia de uma das maiores influencers do País. Na academia de Virginia Fonseca, em Goiânia, as mensalidades dos contratos firmados por mulheres vencem a cada 37 dias – e não mais em 30 dias - a fim de respeitar o ciclo menstrual.>
Os sete dias extras foram pensados para contemplar o ciclo menstrual e evitando faltas devido ao desconforto menstrual e alterações hormonais que provocam cansaço, dores lombares, nas pernas, cólicas e indisposição.>
Medida adotada por influencer deveria se estender a outras atividades
A medida adotada por Virgínia Fonseca, em sua academia, tem a aprovação da fisioterapeuta Berenice Shakti, para a qual a decisão também poderia se estender para outras atividades, respeitando a biologia feminina, uma vez que quatro em cada 10 brasileiras faltam às aulas por causa de dores menstruais, segundo pesquisa do Instituto Alana, em parceria com o Equidade.info.>
O levantamento também mostra que cerca de 3,6 milhões de meninas vivem essa realidade e que 12% das professoras também se ausentam mensalmente pelo mesmo motivo.>
Relatório do Banco Central aponta crescimento das cooperativas
O documento intitulado “Panorama do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo de 2025”, publicado pelo Banco Central, destaca expressivos avanços do cooperativismo de crédito no País, analisando a evolução do setor e seus principais indicadores econômico-financeiros.>
Na análise, o Banco Central aponta expansão da rede de atendimento, uma vez que as cooperativas de crédito alcançaram 59% dos municípios brasileiros, expandindo a rede de atendimento presencial, aumentando com isso o acesso da população aos serviços financeiros. Também constata a ampliação da base de cooperados: o setor hoje reúne 17,8 milhões de pessoas físicas e 3,4 milhões de pessoas jurídicas, ou seja, cerca de 21,2 milhões de cooperados em todo o Brasil - um crescimento de 10,4% em relação ao ano anterior.>
Ativos totais das cooperativas ultrapassam R$ 1 trilhão
O Banco Central também aponta que o número de ativos totais ultrapassou a marca de R$ 1 trilhão - crescimento sustentado principalmente pelo avanço das operações de crédito, o que representa um avanço de 17% sobre 2024, desempenho superior ao registrado pelo restante do Sistema Financeiro Nacional (SFN). O crescimento foi impulsionado principalmente pelas operações de crédito, que seguem como o principal componente dos ativos das cooperativas.>
O estudo também aponta crescimento da participação do cooperativismo de crédito no Sistema Financeiro Nacional. Em dezembro de 2025, o segmento representava 6,3% dos ativos, 8% da carteira de crédito e 9,8% dos depósitos.>