Publicado em 22 de outubro de 2026 às 21:46
O empresário Ivo Vel Kos, de 48 anos, deixou a prisão após uma decisão da Justiça que revogou sua prisão preventiva. Ele é acusado de agredir e ameaçar a ex-esposa, a cirurgiã-dentista Giullia Falcão, de 27 anos, em um caso de violência doméstica que ganhou repercussão nacional.>
A saída da Penitenciária de Potim II, no interior de São Paulo, ocorreu na quarta-feira (21). O empresário estava preso desde agosto, quando foi detido após uma ocorrência registrada na capital paulista.>
Acusações incluem agressão e ameaça>
De acordo com o relato apresentado pela vítima às autoridades, as agressões teriam ocorrido após um jantar e continuado na residência do casal. Giullia afirmou ter sido atingida por socos e golpes com um taco de beisebol, além de ter recebido ameaças.>
A dentista também divulgou imagens dos ferimentos nas redes sociais. O caso motivou investigações policiais e medidas judiciais para garantir a segurança da vítima.>
Em agosto, o empresário tornou-se réu por lesão corporal e ameaça. A defesa da vítima também pediu que as circunstâncias fossem analisadas diante da possibilidade de outros enquadramentos criminais.>
Justiça impõe medidas cautelares>
Com a revogação da prisão preventiva, o empresário poderá responder ao processo em liberdade, desde que cumpra as determinações judiciais estabelecidas para o caso.>
Segundo informações divulgadas pela imprensa, entre as medidas previstas estão o uso de tornozeleira eletrônica e restrições de aproximação da ex-esposa. O processo tramita sob segredo de Justiça, o que limita o acesso público aos detalhes da decisão.>
A revogação da prisão não significa absolvição. As acusações continuam sujeitas à análise judicial, e a responsabilidade criminal do empresário ainda depende do desfecho do processo.>
Caso segue na Justiça>
O episódio voltou a chamar atenção para a violência doméstica e para os mecanismos legais de proteção às vítimas. As medidas protetivas têm como objetivo impedir novas situações de violência e preservar a integridade física e psicológica da pessoa ameaçada.>
O caso continuará sendo analisado pela Justiça, que deverá avaliar as provas e os argumentos apresentados pelas partes ao longo do processo.>
Com informação do portal G1>