Adepará apreende 2 mil litros de polpa de açaí sem procedência

Ação de fiscalização na Base Candiru, em Óbidos, reforça controle sanitário e rastreabilidade do produto no Estado

Publicado em 24 de março de 2026 às 19:48

(Adepará apreendeu cerca de 2 mil litros de polpa de açaí sem identificação durante fiscalização realizada na Base Fluvial Integrada Candiru, no estreito de Óbidos, na Região de Integração do Baixo Amazonas.)
(Adepará apreendeu cerca de 2 mil litros de polpa de açaí sem identificação durante fiscalização realizada na Base Fluvial Integrada Candiru, no estreito de Óbidos, na Região de Integração do Baixo Amazonas.) Crédito: Divulgação/Adepará

A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará) apreendeu cerca de 2 mil litros de polpa de açaí sem identificação durante fiscalização realizada na Base Fluvial Integrada Candiru, no estreito de Óbidos, na Região de Integração do Baixo Amazonas.

Durante a abordagem, os fiscais identificaram aproximadamente mil sacas de açaí em caroço e dois mil litros do produto em polpa no interior de duas embarcações provenientes do município de Codajás, no Amazonas. Após inspeção realizada por agente fiscal agropecuário, o fruto em caroço foi liberado mediante apresentação de nota fiscal, com orientação para que os responsáveis procurem a Adepará a fim de cadastrar a Unidade Produtiva de Origem.

Já a polpa foi apreendida por não apresentar selo de identificação, documentação fiscal ou registro de inspeção, itens obrigatórios para garantir a procedência e a segurança do alimento.

Rastreabilidade e controle sanitário

Para o transporte de produtos vegetais dentro do Pará, é obrigatória a emissão da Guia de Trânsito Vegetal (GTV), documento expedido pela Adepará que assegura a origem, a sanidade e a conformidade regulatória da carga.

A diretora de Defesa e Inspeção Vegetal da Adepará, Lucionila Pimentel, destacou a importância do controle e da rastreabilidade para a segurança sanitária. “O trânsito de açaí dentro do Pará só ocorre com o rastreamento por meio da GTV. Quem traz o produto de fora do Estado deve procurar a Adepará para cadastrar a origem, permitindo o monitoramento da carga e a manutenção da segurança sanitária”, afirmou.

Fonte: Agência Pará