Publicado em 24 de março de 2026 às 19:00
O Projeto de Lei nº 178/2026, que institui o Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará e o Fundo Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará (FEDPD/PA), foi aprovado na Assembleia Legislativa do Pará (Alepa) na manhã desta terça-feira (24).
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O projeto de autoria do Executivo Estadual, tem a finalidade de promover, por meio da integração e da articulação de políticas, programas, projetos e ações para as pessoas com deficiência. O Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará será coordenado pela Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), em colaboração com os demais órgãos estaduais, a União, os Municípios e a sociedade civil.>
O orçamento do Fundo Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará (FEDPD/PA) vai integrar o orçamento da Seaster. Após a promulgação da Lei Orçamentária Anual (LOA), a entidade apresentará o Plano de Aplicação dos Recursos do Fundo Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará (FEDPD/PA), que deverá ser submetido à aprovação pelo Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará.>
Os recursos do Fundo Estadual, criados por esta Lei, serão depositados em estabelecimento bancário oficial, em conta corrente específica, sob a denominação "Fundo Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará", sendo movimentados e aplicados conforme critérios a serem definidos pelo Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará.>
Com a proposta aprovada, o Poder Executivo estadual fica autorizado a abrir Crédito Especial no Orçamento Fiscal e da Seguridade Social, em favor do Fundo Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência do Pará, no valor de até R$ 2 milhões de reais, seguindo a Lei Federal n°4.320, de 17 de março de 1964.>
De acordo com a mensagem do governador do Pará, Helder Barbalho, enviada à Alepa, a proposta visa proteger e assegurar os direitos das pessoas com deficiência. “Por meio deste projeto, busca-se o enfrentamento do capacitismo, do preconceito e da violência sofrida pelas pessoas com deficiência, bem como o reconhecimento da sua participação e do seu protagonismo na garantia de acesso a produtos e serviços, públicos e privados, nas diferentes dimensões sociais”.>