Publicado em 28 de fevereiro de 2026 às 12:51
Um ataque militar conjunto dos Estados Unidos e de Israel no sul do Irã atingiu, neste sábado (28), uma escola primária feminina na cidade de Minab, na província de Hormozgan, deixando pelo menos 51 meninas mortas e dezenas de feridos, segundo informações de autoridades locais e da imprensa estatal iraniana.>
A Escola Primária Shajareh Tayyibeh, frequentada por crianças entre 7 e 12 anos, foi atingida por um míssil durante a ofensiva militar, que incluía também ataques contra alvos considerados estratégicos pelas forças de Washington e Tel Aviv. Cerca de 170 alunas estavam presentes no momento do ataque, de acordo com relatos oficiais, e equipes de resgate continuam trabalhando nos escombros, alertando que o número de vítimas pode aumentar.>
O ataque foi parte de uma operação militar mais ampla lançada pelos Estados Unidos e Israel contra várias posições iranianas naquele sábado. Autoridades de Teerã classificaram a ação como uma “agressão flagrante” e uma violação da soberania nacional, afirmando que o ataque contra a escola provocou uma das piores tragédias civis desde o início da escalada do conflito.>
Além das crianças mortas, dezenas de estudantes ficaram feridos, e as autoridades de saúde afirmam que muitos estão em estado grave. O governador da província informou à imprensa que o número de vítimas fatais pode subir à medida que as equipes de emergência concluem o resgate.>
O Ministério das Relações Exteriores do Irã condenou o ataque e pediu uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU, apelando para que a comunidade internacional intervenha diante do que o governo iraniano classifica como crime contra civis inocentes.>
Até o momento, nem o governo dos Estados Unidos nem o de Israel emitiram declarações confirmando os detalhes do ataque à escola, e não há comentários oficiais sobre as alegações de que crianças foram mortas no local. A situação política e militar na região permanece altamente volátil, com temores de uma escalada ainda maior de violência>
Com informações do portal Metrópoles, UOL e O Tempo >