Publicado em 18 de janeiro de 2026 às 10:04
As urnas já foram abertas para as eleições presidenciais deste domingo (18), em Portugal. A disputa acirrada coloca 5 candidatos bem colocados, um deles é de centro esquerda. A eleição de 2026 em Portugal é imprevisível e está fragmentada, especialistas afirmam que pela 1ª vez essa disputa pelo Palácio de Belém deverá ter um 2º turno. Neste pleito, a direita e o centro-direita predominaram como favoritos na campanha. Mesmo assim, a esquerda, centro-direita e extrema direita disputarão o voto a voto nesta eleição presidencial.>
Há menos de um ano das eleições presidenciais, os portugueses compareceram às urnas para escolher o seu parlamento. Hoje, 11 milhões de portugueses voltarão às urnas para definir o presidente.>
António José Seguro, ex-dirigente do PS (Partido Socialista), configura como um dos candidatos mais bem colocados, há 2 candidatos com grandes chances, que podem avançar na disputa, esses pertencem à direita e à extrema-direita, esse é o caso de André Ventura, presidente do Chega, um dos líderes das intenções de voto.>
Um fato curioso mostra que a última vez que os portugueses tiveram de voltar às urnas para escolher seu presidente foi há 40 anos. Mas em 1986, os eleitores sabiam ao menos que Diogo Freitas do Amaral seria 1 dos 2 candidatos na disputa, restava definir quem o enfrentaria pela esquerda. Já em 2026, ninguém pode assegurar quem irá para o 2º turno, as intenções de voto mostram imprevisibilidade.>
De acordo com a pesquisa da Universidade Católica divulgada em 13 de janeiro, estavam empatados tecnicamente os candidatos: Ventura, com 24%, e Seguro, com 23%. Logo atrás aparece João Cotrim Figueiredo, candidato pela Iniciativa Liberal, também de direita, com 19% das intenções de voto.>
Luís Marques Mendes do Partido Social Democrata, de centro-direita, e Henrique Gouveia e Melo (independente), estão em queda, é o que mostra o último levantamento, eles estão com 14% cada.>
Em Portugal, o voto não é obrigatório, o que torna ainda mais volátil a consolidação do quadro eleitoral.>
Com informações de G1 e CNN>