Virginia fez 28 pedidos para registrar nome dos filhos como marca

Junto às autoridades, Virginia Fonseca fez vários pedidos para assegurar o direito sobre o uso do nome dos herdeiros.

Publicado em 21 de maio de 2026 às 22:36

(Ao registrar os nomes como marcas, Virginia garante exclusividade e proteção contra usos indevidos no mercado.)
(Ao registrar os nomes como marcas, Virginia garante exclusividade e proteção contra usos indevidos no mercado.) Crédito: Redes Sociais/Instagram

A influenciadora Virginia Fonseca protocolou 28 pedidos de registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para transformar os nomes dos três filhos: Maria Alice, Maria Flor e José Leonardo, em marcas comerciais.

De acordo com apurações da imprensa nacional, os pedidos buscam proteger o uso dos nomes em diversas categorias, que vão de produtos e entretenimento a publicidade e outros segmentos comerciais. A estratégia visa impedir que terceiros utilizem os nomes das crianças para fins lucrativos sem autorização da família.

O nome de Maria Alice, a filha mais velha, foi um dos mais protegidos: o registro foi solicitado em mais de 20 categorias diferentes, inclusive cerca de um mês antes de seu nascimento. Já o pedido relacionado a Maria Flor não foi aprovado pelo INPI. O nome do caçula, José Leonardo, também integrou o pacote de registros.

Essa prática não é inédita entre celebridades e influenciadores que constroem impérios comerciais em torno da imagem pessoal e familiar. Ao registrar os nomes como marcas, Virginia garante exclusividade e proteção contra usos indevidos no mercado.

O caso ganhou repercussão nas redes sociais, gerando debates sobre a exposição e monetização da imagem de crianças desde cedo. Até o momento, Virginia Fonseca não se manifestou publicamente sobre os registros.

Com informações do portal Metrópoles